A Seleção Brasileira foi superada pela Seleção Francesa de Futebol por 2 a 1 nesta quinta-feira (26), em amistoso disputado no Gillette Stadium. Em um duelo marcado pela eficiência europeia, os franceses garantiram o triunfo mesmo atuando parte do segundo tempo com um jogador a menos.
Os gols da vitória dos Bleus saíram em jogadas de categoria. Ainda na etapa inicial, Kylian Mbappé abriu o placar ao aproveitar assistência de Ousmane Dembélé, arrancar em velocidade e finalizar por cobertura. Já no segundo tempo, Hugo Ekitike ampliou após belo passe de Michael Olise, repetindo o estilo na conclusão. O Brasil diminuiu com o zagueiro Gleison Bremer, que marcou seu primeiro gol com a camisa da Seleção.
Mesmo escalado com um quarteto ofensivo — formado por Matheus Cunha, Gabriel Martinelli, Raphinha e Vinícius Júnior —, o time comandado por Carlo Ancelotti teve dificuldades para se impor na etapa inicial. A França, dirigida por Didier Deschamps, controlou as ações e explorou erros brasileiros com precisão.
Uma das melhores oportunidades do Brasil veio em lançamento de Casemiro para Raphinha, que não conseguiu concluir diante do goleiro Mike Maignan. No entanto, foi justamente uma falha de Casemiro no meio-campo que originou o primeiro gol francês.
Na segunda etapa, Ancelotti promoveu mudanças e colocou Luiz Henrique em campo após a saída de Raphinha, que sentiu dores na coxa. A alteração trouxe mais agressividade ofensiva ao Brasil, que passou a pressionar mais. Em uma dessas jogadas, Dayot Upamecano foi expulso após impedir uma chance clara de gol de Wesley.
Mesmo com um a menos, a França manteve o ritmo e ampliou com Ekitike. O Brasil reagiu e descontou com Bremer após jogada de Luiz Henrique, mas não conseguiu evitar a derrota. Nos minutos finais, a equipe ainda criou boas chances, incluindo uma finalização perigosa de Bremer e uma última tentativa envolvendo Vinícius Júnior e Igor Thiago, sem sucesso.
Após o segundo gol francês, parte da torcida brasileira presente no estádio manifestou insatisfação e chegou a entoar o nome de Neymar. As vaias continuaram até o apito final, refletindo o descontentamento com o desempenho da equipe.








